Ao Mestre, com carinho

Devo-te o pouco que sou
todo o meu pequeno céu
todo o bem que me calhou
e trago sempre comigo
tua extrema paciência
despertando a inteligência
com dedicado carinho
abriste-me o caminho
que seria o meu futuro
e quando nos encontramos
e quando nos abraçamos
sentimos a ternura imensa
que o tempo não apagou!


Maria Petronilho
Lisboa, 14.10.03