As três fases do casal

1. Enamoramento: quando o outro é tudo para nós!
É uma fase muito útil para casar-se...
2. Descoberta: quando descobrimos que a outra pessoa não é exatamente aquilo que esperávamos.
Esperanças e alegrias coexistem com as decepções e tristezas.
3. Maturidade: quando descobre-se o valor do outro como ele é
e não como poderia ser... Tolerância e companheirismo.

Em que fase você se encontra atualmente?

A Lei da prescrição:

Casais com muitos anos juntos acumulam muitos ressentimentos e mágoas. E esta é uma contabilidade difícil para zerar!
Prescrever pode ser a solução.
Como isto funciona?
Fica terminantemente proibido, por acordo mútuo, discutir todo e qualquer assunto com mais de 5 anos passados.

Técnica da boa lembrança:

Nos momentos de crise, a tendência é apagar tudo de bom que um dia viveram e só deixar lugar para a hostilidade. Se o casal conseguir estruturar um discurso novo, mais dinâmico, mais alegre e bem humorado, poderão ter chances de ainda caminharem juntos...
Que tal lembrarem algo de divertido que viveram juntos no passado?
Então, vocês foram capazes de viver bons momentos juntos...
Que tal, então, agora, criar uma outra ocasião para que possam vir
a ter uma tão boa recordação daqui há 5 anos?

Técnica das palavrinhas mágicas:
Há quanto tempo vocês não usam as palavrinhas mágicas :
Obrigado(a), Por favor, Te amo, etc?
Embora estereotipadas são palavras que ajudam muito a adocicar o convívio e raros são os que não gostam ou precisam ouvi-las...

Técnica da Revitalização:
Um casal precisa de projetos em comum para alimentar a relação e não deixar a vida ficar sem sentido e cair no vazio das repetições
das mesmas briguinhas onde defesa e ataque se revezam.
É importante renovar, criar novas alternativas, fazer um novo pacto...
Quem iniciará o compromisso de uma vez a cada 15 dias fazer uma surpresa ao outro? Comprando ingressos para um show, combinando uma saída com amigos...
Enquanto houver espaço para que um surpreenda ao outro,
certamente haverá condições para que esta relação não entre
num processo de envelhecimento e falência...

Elisabeth Noël Ribeiro
Psicóloga