Autonomia das ações

Conta um escritor que certo dia acompanhou um amigo até à banca de jornais onde este costumava comprar o seu exemplar diariamente.
Ao se aproximarem do balcão, seu amigo cumprimentou amavelmente o jornaleiro e como retorno recebeu um tratamento rude e grosseiro.
O amigo pegou o jornal, que foi jogado em sua direção, sorriu, agradeceu e desejou um bom final de semana ao jornaleiro.
Quando ambos caminhavam pela rua,
o escritor perguntou ao seu amigo:
- Ele sempre o trata assim, com tanta grosseria?
- Sim - respondeu o rapaz - Infelizmente é sempre assim.
- E você é sempre tão polido e amigável com ele?
- perguntou novamente o escritor.
- Sim, eu sou, respondeu prontamente seu amigo.
- E por que você é educado,
se ele é tão grosseiro e inamistoso com você?
- Ora, respondeu o jovem, por que não quero
que ele decida como eu devo ser.
Pense sobre isso...
Se lhe oferecem grosseria, faça diferente: seja cortês.
Se lhe tratam com aspereza, responda com amabilidade.
Se lhe dão indiferença, doe atenção.
Se lhe ofertam mau humor, retribua com gentileza.
Se lhe tratam com rancor, responda com ternura.
Se lhe presenteiam com o ódio, anule-o com o amor.

"Cada dia é o dia do julgamento, e nós, com nossos atos e nossas palavras, com nosso silêncio e nossa voz, vamos escrevendo continuamente o livro da vida.
A luz veio ao mundo e cada um de nós deve decidir
se quer caminhar na luz do altruísmo construtivo
ou nas trevas do egoísmo.
Portanto, a mais urgente pergunta a ser feita nesta
vida é: O que fiz hoje pelos outros?"
"Nós devemos ser a mudança que queremos ver no mundo"