Desatando nós

Que tal a gente tomar coragem para desatar os nós que amarram nossas vidas? Pelo menos, podemos tentar. Não vai ser fácil ...
Sabemos que hábitos são verdadeiros " nós cegos "...
Não se sabe onde começam nem como terminam.
Atrás dos hábitos se escondem nossas verdadeiras carências afetivas.
E os hábitos que foram criados para compensá-las, acabam por nos impedir de que as enxerguemos com clareza. Que nó danado!!!
Aí, a pessoa se apressa, faz aquele regime maluco e consegue perder até a alma, ou pára de fumar aqueles três maços de cigarros do dia, ou de beber a dose da noite...
Até se afasta daquela pessoa que só traz dores de cabeça.
Que maravilha !!! Mas, passado um tempo, volta tudo a ser como antes...
E o nó vai ficando pior ainda, né?
De tudo que tenho visto, o mais interessante e simples a seguir é a Receita do Nenê.
É fácil:
Acordar cantando... (não vale chorar nem acordar a casa toda, né?).
Espreguiçar-se bastante, antes de se levantar da cama... ( lembra o que é?)
Pegar todo dia o solzinho da manhã, de preferência, acordando mais
cedo para uma caminhada sem pressa...
Mostrar que quem a gente ama é importante para nós...
Pedir colinho, sempre que possível (às vezes, tem que dar também).
Beber muita água e fazer muito "xixi".
Fazer primeiro, para receber depois: Muito dengo e carinho...
Confiar e amar quem a gente ama, cada vez mais...
Ignorar todos os chatos que não gostam de criança,
de flor, de carinho, de sorriso, (de e-mail) e de nós...
Dar atenção a todos que se aproximam de nós,
mesmo a quem acabamos de conhecer.
Adorar ouvir o que as pessoas (que a gente ama)
falam e respeitar o que fazem...
Sorrir para todos e para a gente mesmo...
E rir, rir, mas rir muito, sempre que não tiver motivo para chorar...
Quer experimentar?
Depois de um tempo, você vai esquecer...
Ou perguntar: Cadê o nó?


Angela Moura