Deserto

Jesus, ao passar pelo seu próprio deserto, disse:
“Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra
que sai da boca de Deus” (Mateus 4:4).
É assim que vivemos, pela palavra que sai
da boca do nosso Pai.
Situações de cativeiro amarram o louvor,
mas louvor não é apenas cantar, é ver o Senhor
e aprender com Ele, dia a dia, nos nossos desertos.
Esse “curso”, esse aprendizado com Deus, pode demorar
poucos ou muitos anos; só depende de nós.
Nós somos os responsáveis pela duração dos nossos
desertos ou tratamentos.
No princípio, Deus estabelece um tempo, mas
a prolongação do mesmo é responsabilidade nossa.
Quem é aprovado passa, mas quem é reprovado,
volta à mesma matéria.
Deus quer nos arrancar dos nossos cativeiros,
em nome de Jesus!
Seu objetivo é que O enxerguemos e creiamos que
Ele está conosco, que não nos desamparou;
é parar de reclamar da vida, aprender a fazer contas e ver
que Deus está conosco muito além do que imaginamos e,
assim, deixarmos fluir o verdadeiro louvor.
Abrir a boca e declarar: “Senhor, obrigado!
Eu não entendo nada, mas sei que Tu estás
comigo nesta situação!
Eu te louvo, eu te bendigo,
não tenho como e do que reclamar de Ti,
pois Tu só me tens feito bem!” Amém...

Sérgio Franco